sábado, 10 de dezembro de 2011

Empresa de esportes de Eike quer investir R$ 500 milhões em 4 anos

No lançamento da IMX, estavam, da direita para a esquerda, Eike Batista, presidente da EBX, Alan Adler, CEO da IMX, e Michael Dolan, CEO da IMG Worldwide. (Foto: Bernardo Tabak/G1)

IMX pretende realizar três edições do UFC no ano que vem.
Empresário diz que pretende participar de licitação do Maracanã. Leia mais, clique aqui!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Conheça um pouco mais sobre o Handebol

O que é?

Andebol (português europeu) ou handebol (português brasileiro) (do inglês handball) é uma modalidade desportiva criada pelo alemão Karl Schelenz, em 1919 — embora se baseasse em outros desportos praticados desde fins do século XIX, na Europa setentrional e no Uruguai. O jogo inicialmente era praticado na relva em um campo similar ao do futebol com dimensões entre 90m a 110m de comprimento e entre 55m a 65m de largura, a área de baliza (gol em português do Brasil) com raio de 13m, a baliza com 7,32 m de largura por 2,44 m de altura (a mesma usada no futebol), e era disputado por duas equipas de onze jogadores cada, sendo a bola semelhante à usada na versão de sete jogadores. Hoje em dia a maioria dos jogadores pratica apenas o andebol de sete.

História

Atribui-se a invenção do andebol ao professor Karl Schelenz, da Escola Normal de Educação Física de Berlim, durante a Primeira Guerra Mundial. No início, o andebol era praticado apenas por moças e as primeiras partidas foram realizadas nos arredores de Berlim. Os campos tinham 40 x 20 m, e eram ao ar livre. Pouco depois, em campos de dimensões maiores, o desporto passou a ser praticado por homens e logo se espalhou por toda a Europa.
Em 1927, foi criada a Federação Internacional de Andebol Amador (FIHA), porém, em 1946, durante o congresso de Copenhaga, os suecos oficializaram o seu handebol de salão para apenas 7 jogadores por equipe, passando a FIHA a denominar-se Federação Internacional de Andebol (FIH), e o jogo de 11 jogadores passou para segundo plano.
Em 1933 foi criada a federação alemã que, três anos depois, introduzia o andebol nos Jogos Olímpicos de Berlim. Em 1954, a FIH contava com 25 nações. No dia 26 de fevereiro de 1940, foi fundada, em São Paulo, a Federação Paulista de Handebol, mas o desporto já era praticado no Brasil desde 1930. Até 1950, a sede da FIH era na Suécia. Transferiu-se no ano seguinte para a Suíça.
A primeira vez que o andebol foi disputado em Jogos Olímpicos foi em 1936, depois foi retirado e voltou em 1972, já na sua nova versão (de 7 jogadores) e em 1976 o andebol feminino também passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos.

Regras

- A bola

Terá que ser de couro ou de outro material sintético. usa se também bola de borracha com área pesada para efectuar-se os treinos de lançamento e para ganhar força nos músculos, e ter um melhor manuseio.

- Manejo de bola

É Permitido: Lançar, parar e pegar a bola, não importa de que maneira, com a ajuda das mãos, braços, cabeça, tronco, coxa e joelhos (menos os pés). Segurar a bola durante o máximo de 3 segundos mesmo se ela está no chão. Fazer o máximo de 3 passos com a bola na mão. Conduzir ou manejar a bola com os pés não é permitido e nem chutar,quando ele não está a driblar pode dar 2 passos, ou seja 3 apoios com a bola na mão, após isso tem de realizar uma acção pessoal, seja passar a bola, rematar ou driblar (caso não o tenha feito previamente e parado), quando está a driblar não tem limite, se quiser pode ir de uma ponta a outra do recinto, desde que não pise as áreas de 6 metros, claro, e não apenas dar 3 passos enquanto dribla.

- Comportamento com o adversário

Utilizar os braços ou as mãos para se apoderar da bola. É permitido tirar a bola da mão do adversário, com a mão aberta, não importa de que lado e bloquear o caminho do adversário com o corpo. É proibido arrancar a bola do adversário com uma ou com duas mãos, assim como bater com o punho na bola que o mesmo tem nas mãos.

- Área do gol

Somente o guarda redes pode permanecer na área de gol. O adversário que entra nesta área é punido com a posse de bola do outro time .Se alguém invadir a área do golo antes de ter lançado a bola, estará sujeito a uma punição, e se o golo for feito será anulado, como está escrito nas regras.

- Lançamento da lateral

O lançamento da lateral é ordenado, desde que a bola tenha transposto completamente a linha lateral. E tem que ser cobrado com um pé sobre a linha lateral da quadra e outro fora. Pode-se passar ou até mesmo marcar gol.

- Tiro de meta

O tiro de meta é ordenado nos seguintes casos: quando antes de ultrapassar a linha de fundo, a bola tenha sido tocada, em último lugar, por um jogador da equipe atacante ou pelo goleiro da equipe defensora, estando este dentro de sua área de gol.
O Tiro de Meta no andebol é ordenado quando antes de ultrapassar a linha de fundo, a bola tenha sido tocada, por último, num jogador da equipe que ataca ou pelo goleiro da defensora.

- Canto

O canto é ordenado desde que a bola tocada pela equipe defensora ultrapasse a linha de fundo. O lance é executado no ponto de interseção da linha de fundo e a linha lateral.

- Tiro livre

É ordenado tiro livre nos seguintes casos: entrada ou saída irregular de um jogador, lance de saída irregular, manejo irregular da bola, comportamento incorreto com o adversário, execução ou conduta irregular no lance livre e no lance de sete metros; conduta antidesportiva.

- Tiro de 7 metros

Esse lance é ordenado quando um jogador sofre uma falta numa situação clara de gol. Ou seja, quando um jogador está livre para fazer um gol e é impedido através de uma "falta" pelo goleiro ou qualquer outro adversário. É cobrado da linha de 7 metros.

- Bola ao ar

A bola ao ar é marcada quando, mantida a bola dentro da quadra e fora das áreas do goleiro, ocorrer: falta simultânea de jogadores das duas equipes; interrupção do jogo por qualquer razão, sem infração às regras.

- Os árbitros

O jogo é dirigido por dois árbitros assistidos por um secretário e um cronometrista.

08 de Dezembro - Aniversário de 69 anos da fusão que resultou no BOTAFOGO DE FUTEBOL E REGATAS

O Botafogo de Futebol e Regatas nasceu oficialmente no dia 8 de dezembro de 1942, como resultado da fusão de dois clubes com o mesmo nome: o Club de Regatas Botafogo e o Botafogo Football Club. Os dois clubes tinham suas sedes no bairro de Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e se uniram depois de um triste fato.

No dia 11 de junho de 1942, os dois clubes disputavam uma partida de basquete pelo Campeonato Estadual e o jogador Albano, do Botafogo F.C., durante o intervalo, caiu em quadra, vítima de um ataque fulminante. A partida foi interrompida a dez minutos do final, quando o placar marcava CRB 21x 23 BFC. O corpo de Albano saiu da sede de General Severiano e, quando passava em frente ao Mourisco Mar, o então presidente do C.R.Botafogo, Augusto Frederico Schmidt, disse: "Comunico nesta hora a Albano que a sua última partida resultou numa nítida vitória. O tempo que resta do jogo interrompido os nossos jogadores não disputarão mais". O então presidente do Botafogo Football Club, Eduardo Góis Trindade, respondeu: "Nas disputas entre os nossos clubes só pode haver um vencedor, o Botafogo!" Schmidt então selou a fusão: "O que mais é preciso para que os nossos dois clubes sejam um só?".

Com a fusão foram feitas apenas três alterações: a bandeira perdeu o escudo das letras entrelaçadas do BFC e ganhou a estrela solitária do Clube de Regatas Botafogo; a equipe passou a usar calções pretos e a bandeira ganhou um retângulo preto, com uma estrela branca ao alto. Nos anos 30, durante a cisão entre amadores e profissionais, o Botafogo conquistou o único tetra do Campeonato Carioca, representado por quatro estrelas acima do escudo na camisa. Atualmente, porém, o Botafogo não utiliza mais essas estrelas complementares, deixando apenas a do escudo e fazendo valer o apelido de Estrela Solitária.

O primeiro título veio seis anos depois, em 1948, com Carlito Rocha como dirigente e o cachorro Biriba como mascote, derrotando em General Severiano o lendário Expresso da Vitória, do Vasco da Gama. Os anos que se seguiram foram marcados por vitórias e ídolos. Em 1957, o título carioca foi conquistado com uma histórica goleada por 6 a 2 sobre o Fluminense. O time alvinegro reuniu craques como Garrincha, Nilton Santos, Didi, Quarentinha, Amarildo, Paulo Valentim e Zagallo, conquistando três Campeonatos Estaduais, três Rio-São Paulo e servindo de base para a Seleção Brasileira que conquistou as Copas do Mundo em 1958 e 1962. Outro time glorioso foi o de 1967-1968, que conquistou o bicampeonato carioca e a Taça Brasil.

A volta dos títulos começou em 21 de junho de 1989, na histórica vitória de 1 x 0 sobre o Flamengo, quebrando o jejum de 20 anos com uma campanha invicta. No ano seguinte veio o bi, em 1993 a Copa Conmebol e, em 1995, o Campeonato Brasileiro, comandado por Túlio, Gonçalves e Donizete, entre outros. No mesmo ano, o clube voltou para a antiga sede, onde a torcida comemorou a Taça Guanabara (com 100% de aproveitamento) e o Campeonato Estadual de 1997. Para completar a década, o tetracampeonato do Rio-São Paulo em 1998.

Como nada é fácil para o Botafogo, o clube voltou a passar por dificuldades. A maior delas foi a queda para a Segunda Divisão em 2002. No ano seguinte, entretanto, abraçado por sua torcida, o time garantiu o acesso. Em reconstrução, o Botafogo conquistou o Carioca em 2006 e chegou a três finais consecutivas nos anos seguintes. Paralelamente a isso, em 2007 ganhou a licitação para administrar o Estádio Olímpico João Havelange durante 20 anos. Em 2010, o Botafogo ganhou o Campeonato Carioca de forma histórica, arrancando de uma goleada por 6 a 0 para o Vasco para a conquista das Taças Guanabara e Rio e do Estadual, sem necessidade de final. No jogo decisivo, uma vitória por 2 a 1 sobre o Flamengo, com cavadinha de Loco Abreu e Jefferson defendendo pênalti de Adriano.

FONTE: www.botafogo.com.br

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Federação de Voleibol premia os melhores do ano

A Federação de Voleibol do Estado do Rio de Janeiro premiou esta noite no Tijuca Tênis Clube, os destaques do ano no esporte carioca, na praia e na quadra.

O Botafogo teve o seu atleta do infanto-juvenil, Alan Ferreira, eleito o destaque na sua categoria. Além dele, Daniel Martins - reforço oriundo do Fluminense - ganhou como melhor mirim de 2011.

O Vice-Presidente Geral Antônio Carlos Mantuano, o Vice-Presidente de Esportes Gerais Caio Calumby e o Diretor de Voleibol Alexandre Araújo ganharam o prêmio "Amigos do Vôlei".

No vôlei de praia, a dupla sub-17 Daniel Bondarovsky e Rodrigo Câmara conquistou o 3o. lugar no Estadual.


Antônio Carlos Mantuano com as atletas indicadas na categoria mirim Juliana Franco e Blandine Rachel


Caio Calumby, José Carlos Rodrigues Junior, Rodrigo Câmara, Daniel Bondarovsky, Antônio Carlos Mantuano e Alexandre Araújo


Alan Ferreira, José Carlos Rodrigues Junior e Daniel Martins


Antônio Carlos Mantuano, José Carlos Rodrigues Junior, Coronel Reinaldo Souto (pres. da Federação de Voleibol) e Caio Calumby

sábado, 3 de dezembro de 2011

Dirigente: Brasil não tem mão de obra qualificada em gestão esportiva

Técnicos e ex-jogadores de vôlei tornaram-se alvo de cobiça do futebol brasileiro. Bebeto de Freitas virou diretor do Atlético Mineiro e presidiu o Botafogo. Renan Dal Zotto vem elevando a arrecadação do Figueirense com marketing. Na década de 1990, José Carlos Brunoro e José Roberto Guimarães sagraram-se campeões por Palmeiras e Corinthians, respectivamente. Bernardinho foi cogitado para trocar as quadras pelos gramados nos anos 2000.

O presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Ary Graça, não escapou desse assédio. Mas garante que jamais aceitaria propostas para trabalhar com o principal esporte do País.

- Claro, dois clubes já me convidaram. Mas futebol realmente não dá. O grande bem é a paixão, e o grande mal é a paixão. Só tem passional, não tem profissional autêntico. Os conselheiros não se entendem, brigam entre si, é uma loucura - avaliou para Terra Magazine.

Ele conta que conselheiros botafoguenses o chamaram na década de 1980, apelando ao seu passado de atleta alvinegro. Recentemente, a investida partiu do Fluminense, seu clube do coração. Porém, Graça refuta qualquer hipótese boleira.

Na sua opinião, essa busca por cartolas tem uma explicação simples:
- Não há mão de obra qualificada em gestão esportiva. As pessoas não dão a menor importância, mas é fundamental - declarou num debate, no Museu do Futebol, em São Paulo, sexta-feira (18).

Ele atacou o amadorismo e cobrou modelos empresariais para o esporte nacional:
- Tem que acabar com dirigente voluntário. Não existe. Todos têm que ser profissionais e receberem por isso. Não pode o português, dono de padaria, ser presidente do Vasco. Vai gerir o clube como se fosse uma quitanda.

Desde 1997, Graça comanda a CBV, além de ter sido vice-presidente a partir de 1975. "Vocês veem que sou a favor do continuísmo", ironizou. "Entrei com uma cabeça de ex-banqueiro, pensando em dar dinheiro a longo prazo (para a entidade)".

Pelos cálculos de que dispõe, o esporte corresponde a 3,8% do Produto Interno Bruto brasileiro, ou seja, do total de riqueza gerada dentro do País. "Mais do que a área de finanças: seguradoras, bancos...", comparou o carioca de 68 anos.

Ele diz que a realização da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016 no Brasil tem provocado assédio a funcionários da CBV, com ofertas de salário triplicado. "São pessoas que eu treino há 14 anos", afirmou.

Também vice da Federação Internacional de Voleibol e presidente da Confederação Sul-Americana e da União Pan-Americana, Ary Graça considera muito bem preparada a equipe administrativa da CBV, mas lamenta um grande desnível no âmbito das federações estaduais. E destaca que árbitros e treinadores têm sido capacitados a distância pela entidade nacional.

Outra carência que ele expôs foi a de profissionais de psicologia do esporte. E exemplificou: "É difícil convencer o cara para não gastar o primeiro salário com um carrão. Os atletas vêm de classes sociais muito baixas".

FONTE: PORTAL TERRA